Livro “Fábulas de Esopo” “Aesop’s Fables” – 17 – Volume I

MERCURY AND THE WOODMAN

A capitular

Woodman was felling a tree on the bank of a river, when his axe, glancing off the trunk, flew out of his hands and fell into the water. As he stood by the water’s edge lamenting his loss, Mercury appeared and asked him the reason for his grief; and on learning what had happened, out of pity for his distress he dived into the river and, bringing up a golden axe, asked him if that was the one he had lost. The Woodman replied that it was not, and Mercury then dived a second time, and, bringing up a silver axe, asked if that was his. “No, that is not mine either,” said the Woodman. Once more Mercury dived into the river, and brought up the missing axe. The Woodman was overjoyed at recovering his property, and thanked his benefactor warmly; and the latter was so pleased with his honesty that he made him a present of the other two axes. When the Woodman told the story to his companions, one of these was filled with envy of his good fortune and determined to try his luck for himself. So he went and began to fell a tree at the edge of the river, and presently contrived to let his axe drop into the water. Mercury appeared as before, and, on learning that his axe had fallen in, he dived and brought up a golden axe, as he had done on the previous occasion. Without waiting to be asked whether it was his or not the fellow cried, “That’s mine, that’s mine,” and stretched out his hand eagerly for the prize: but Mercury was so disgusted at his dishonesty that he not only declined to give him the golden axe, but also refused to recover for him the one he had let fall into the stream.

Honesty is the best policy.

 

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MERCÚRIO E O LENHADOR

U capitular

m Lenhador foi cortar uma árvore na beira de um rio, quando seu machado, resvalando no tronco, voou de suas mãos e caiu na água. Enquanto ele estava a beira da água lamentando a perda, Mercúrio apareceu e perguntou-lhe a razão de seu pesar; e ao saber o que tinha acontecido, compadecendo-se de sua angústia mergulhou no rio e, trazendo um machado de ouro, perguntou-lhe se aquele era o que tinha perdido. O Lenhador respondeu que não era, e Mercúrio mergulhou uma segunda vez então, e, trazendo um machado de prata, perguntou se aquele era o dele. “Não, este também não é meu,” disse o Lenhador. Mais uma vez Mercúrio mergulhou no rio, e trouxe o machado perdido. O Lenhador ficou radiante de recuperar sua propriedade, agradeceu ao seu benfeitor calorosamente; e este último ficou tão contente com sua honestidade que fez-lhe um presente dos outros dois machados. Quando o Lenhador contou a história aos seus companheiros, um destes encheu-se de inveja da sua boa ventura e resolveu tentar a sorte por si próprio. Assim ele foi e começou derrubar uma árvore na margem do rio, e imediatamente tramou deixar seu machado cair na água. Mercúrio apareceu como antes, e, sabendo que o machado dele tinha caído, mergulhou e trouxe um machado dourado, como tinha feito na ocasião anterior. Sem esperar que perguntasse se era o dele ou não, o indivíduo gritou: “Isso é meu, isso é meu,” e estendeu sua mão ansiosamente para o prêmio, mas Mercúrio ficou tão desgostoso com sua desonestidade que não só se recusou a dar-lhe o machado de ouro, mas também se recusou a recuperar para ele o que tinha deixado cair na correnteza.

Honestidade é a melhor política.

 

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