Livro “Fábulas de Esopo” “Aesop’s Fables” – Introdução – D – Volume I

human, you will be unable to forget that even diplomatists are men. You will always be looking for that accidental good-humour that should go with the brutality of any brutal man; for that allowance for all delicate things, including virtue, that should exist in any good diplomatist. Once put a thing on two legs instead of four and pluck it of feathers and you cannot help asking for a human being, either heroic, as in the fairy tales, or un-heroic, as in the modern novels. But by using animals in this austere and arbitrary style as they are used on the shields of heraldry or the hieroglyphics of the ancients, men have really succeeded in handing down those tremendous truths that are called truisms. If the chivalric lion be red and rampant, it is rigidly red and rampant; if the sacred ibis stands anywhere on one leg, it stands on one leg for ever. In this language, like a large animal alphabet, are written some of the first philosophic certainties of men. As the child learns A for Ass or B for Bull or C for Cow, so man has learnt here to connect the simpler and stronger creatures with the simpler and stronger truths. That a flowing stream cannot befoul its own fountain, and that any one who says it does is a tyrant and a liar; that a mouse is too weak to fight a lion, but too strong for the cords that can hold a lion; that a fox who gets most out of a flat dish may easily get least out of a deep dish; that the crow whom the gods forbid to sing, the gods nevertheless provide with cheese; that when the goat insults from a mountain-top it is not the goat that insults, but the mountain: all these are deep truths deeply graven on the rocks wherever men have passed. It matters nothing how old they are, or how new; they are the alphabet of humanity, which like so many forms of primitive picture-writing employs any living symbol in preference to man.These ancient and universal tales are all of animals; as the latest discoveries in the oldest pre-historic caverns are all of animals. Man, in his simpler states,

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humanos, você não será capaz de esquecer que diplomatas são homens. Você sempre estará procurando aquele acidental bom humor que deveria vir com a brutalidade de qualquer homem brutal; aquela compensação para todas as coisas delicadas, inclusive virtude, que deveria existir em qualquer bom diplomata. Uma vez que uma coisa seja posta em duas pernas em vez de quatro e se lhe arranque as penas, você não poderá ajudar pedindo para um ser humano, seja heroico, como nos contos de fadas, ou não heroico, como nos romances modernos. Mas usando animais neste estilo austero e arbitrário como são usados nos brasões da heráldica ou nos hieroglífos dos antigos, os homens realmente tiveram sucesso em passar essas tremendas verdades, que são chamados truísmos. Se o cavalheiresco leão é vermelho e exuberante, é rigidamente vermelho e exuberante; se a ibis sagrada está em qualquer lugar em uma perna, estará para sempre em uma perna. Neste idioma, como um grande alfabeto animal, estão escritas algumas das primeiras certezas filosóficas dos homens. Como a criança aprende A pelo Asno ou B pelo Boi ou C pelo Cão, assim o homem tem aprendido aqui como conectar as criaturas mais simples e mais fortes com as verdades mais simples e mais fortes. Que uma corrente que flui não pode sujar sua própria fonte, e que qualquer um que diz que ela suja é um tirano e mentiroso; que um rato é muito fraco para lutar com um leão, mas muito forte para as cordas que podem conter um leão; que uma raposa que consegue mais de um prato raso pode facilmente conseguir menos de um prato fundo; que o corvo a quem os deuses proíbem de cantar, não obstante os deuses proveem com um queijo; que quando a cabra insulta o topo de uma montanha não é a cabra que insulta, mas a montanha: tudo isto são verdades profundamente gravadas nas pedras onde quer que os homens passem. Não importa quão velhas, ou quão novas; elas são o alfabeto da humanidade que como tantas formas de pintura escrita primitiva emprega qualquer símbolo vivente de preferência ao homem. Estes contos antigos e universais são todos de animais; como as mais recentes descobertas nas cavernas pré-históricas mais antigas são todas de animais. Homem, no seu estado mais simples,

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